sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Liberdade de expressão não permite insultos à fé dos outros

Gosto de gente sem meias palavras. Gosto da verdade sem rodeios. Por isso, este Papa Francisco tem me conquistado pouco a pouco. Confesso que não tive dele a melhor impressão à primeira vista. Mas suas posições e suas posturas têm provado que não veio para viver a empáfia papal. Não veio para brilhar a ouro nem para rolar o lero. Este assunto que ora domina a mídia mundial e divide corações e mentes, exige muita coragem para dizer o óbvio, lembrar o velho jargão que a liberdade de um se me de com a régua da liberdade do outro. Que os direitos e a liberdade, não são uma via de mão única. Quase ninguém tem coragem de questionar o direito à liberdade de expressão. E assim ela vai tomando formas incontroláveis. Qualquer coisa é liberdade de expressão, de opinião. Qualquer coisa trem que ser aceita como direito sagrado de dizer o que quer sobre o que quiser, da forma que se quiser. Alto lá. Não posso acreditar que isso esteja certo. Ninguém pode avacalhar a fé de ninguém, pois a sua escolha e o seu exercício é também um direito de liberdade. Por sinal, um direito de liberdade conquistado a sangue, suor e lágrimas. Talvez, nenhum outro direito tenha sido tão agredido ao longo da história como o direito à fé. Questioná-la, sim. Militar em favor de outra expressão religiosa, sim. Não ter religião nenhuma, sim. Não crer em deus nenhum, sim. Mas, avacalhar a maneira de pensar, de acreditar, de orar, de crer, de quem quer que seja, isso não pode., É crime. E era o que vinha sendo feito pelos colegas do Charlie Hebdo. Inclusive com muito preconceito, com muito desrespeito, com muita agressividade. Não defendo que se jogue dinamite em cada jornal onde as pessoas fazem isto. Mas não posso deixar de aplaudir o Papa Francisco por ter tido a coragem de dizer que o errado é errado. 

Brasília
Chegando de Brasília, onde estamos começando uma nova etapa da nossa vida. Nada de cargo público, nada de sinecura. Um novo empreendimento, dentro do projeto de vida que elegemos para os últimos anos ou décadas de vida. Trabalhar a questão cultural, com foco na cadeia produtiva e distributiva do livro. Com muita fé, com muita disposição, sem pedir apadrinhamentos a ninguém. Enfrentando a realidade do mercado e da necessidade elevar a consciência cultural deste País.

Mais médicos
Consagrado na opinião pública, claramente aprovado e com a imprensa sem discurso contra, o Programa Mais Médicos vai crescer. Abre inscrição para novos médicos para mais 1.500 municípios brasileiros. Detalhe: a inscrição está aberta nesta primeira etapa, para médicos formados no Brasil. Depois, ainda teremos oportunidade para médicos brasileiros formados em outros países. Só aí serão chamados os estrangeiros, que podem ser cubanos ou não.

Cubanos
Mas... Se a maioria dos que aderirem for de cubanos, não tem problema. Eles estão mais que aprovados na prática, que é o critério da verdade.