sábado, 10 de janeiro de 2015

Sob tiroteio cerrado, Dilma volta a 75% de aprovação

Tem a aprovação do governo, que deve ser vista com muita animação por quem é da base aliada, mas uma coisa fica muito óbvia nesta situação em que a presidenta Dilma Rousseff é bombardeada 24 horas por dia, durante dos sete das quatro semanas dos doze meses do ano e ainda assim, consegue ganhar a eleição e voltar a subir na opinião pública. Acho a primeira questão, que é a aprovação do governo, evidente, pelo clima de vitória e de sucesso que a presidenta vem repassando  na efetiva melhoria de vida do povo e no fato de ter se saído com vitoriosa na eleição e na gestão. A outra questão é a falta de credibilidade destes órgãos de imprensa que se dão ao trabalho de malhar a presidente sem dó, sem piedade e sem nenhum compromisso com a ética e com a responsabilidade. Fazendo todas as estripulias que fazem, ainda assim não conseguem abalar a estrutura da presidente e do seu partido, fica por demais claro que isso não se dá somente porque a gestão tem resultados concretos  na melhoria da qualidade de vida do povo para exibir. Mas, acima de tudo porque esses órgãos de imprensa chegaram ao rés do chão, em termos de credibilidade, ao se darem a missão de destruir o governo e não destruí-lo, sequer abalá-lo no País que a mídia associada com os bastidores do mais reles reacionarismo já conseguiu levar Getúlio ao suicídio, Goulart à queda por golpe, Juscelino ao ostracismo e Collor, ao impeachment. Pesquisa Datafolha constata Dilma com 75% de aprovação, sendo 42% de "boa ou ótima" e 33% de regular. Outro ponto avaliado foi o combate à tão falada corrupção. A pesquisa revela que para 40% dos brasileiros, nunca houve tanta punição aos corruptos como hoje.

2016
Já começam a se desenhar os cenários de 2016, especialmente no que concerne à disputa pela Prefeitura de Mossoró. Discretamente já tem bastante gente estocando munição.

Cargos
Muita gente disputando cargos de segundo e terceiro escalão do Estado, em Mossoró. É sempre assim, muda governo, muda orientação política, mas esse jogo é inevitável.

Feitiço
O “petrolão” começa a se voltar contra os seus artífices. Não fez o efeito que desejavam durante a campanha eleitoral. E agora começa a se voltar, como cipó de aroeira para os lombos lustrosos de quem mandou dar. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos. O assunto já engasgou na goela de uma certa mídia boquirrota. Feitiço virando contra feiticeiro.

Debate
Para uma coisa tem servido este atentado louco à revista de humor da França, matando doze profissionais de imprensa. Nunca se discutiu os limites que a lógica e ética, inexoravelmente, impõem às liberdades. Um debate tristemente regado a sangue, mas que parece que doutro jeito não sai, no Brasil.