quinta-feira, 6 de agosto de 2015

O golpismo está nos bastidores; A militância vai para as ruas

Está chegando no limite. Na verdade já foi longe demais. A militância despertou, já que a cúpula partidária está inerte. Os petistas vão às ruas e vão dispostos a frear o golpe que está em marcha. A agência de notícias do PT informa, mesmo que o partido não tenha o protagonismo destas lutas. Movimentos sociais, centrais sindicais e partidos de esquerda estão se articulando e convocando a população para participar de uma mobilização nacional em defesa da democracia e a favor de direitos sociais, no dia 20 de agosto. A manifestação é uma resposta às tentativas de golpe e do avanço de pautas conservadoras no Congresso Nacional, como a redução da maioridade penal. Além disso, os atos também visam a defesa de direitos trabalhistas. A UNE é uma das organizações que convocam para a mobilização.  A vice-presidente da entidade estudantil, Tamires Sampaio, acredita que as ofensas dirigidas à presidenta Dilma Rousseff por representantes da direita atingem a todas as brasileiras. “É uma afronta a todas as mulheres, à história do Partido dos Trabalhadores (PT) e a todos os avanços conquistados nos governos Lula e Dilma, como ocupação de espaços de poder por mulheres, ingresso de pessoas com menor poder aquisitivo em universidades, negros ocupando espaços de decisão”, relata. O objetivo das ações da oposição, segundo ela, é acabar com os direitos sociais que a população conquistou, por meio da militância e da luta. “Ocupar as ruas é uma oportunidade também para a divulgação de pautas mais propositivas, como a universalização e melhora da qualidade da educação”. Para ela, os meios de comunicação têm responsabilidade sobre o avanço do golpismo. “A militância precisa ocupar as ruas e mostrar que o País que a mídia mostra, não existe”. Em entrevista ao “Portal Vermelho”, o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adílson Araújo, defendeu a formação de uma ampla frente que reúna vários setores com o objetivo de barrar o conservadorismo. Entre as pautas, devem estar a defesa da soberania e da indústria nacionais, da Petrobras e do avanço econômico, social e político. “É verdade que a situação do pais não é confortável, temos aumento de tarifas de energia, do combustível, mas já vivemos momentos muitos piores”, lembrou o sindicalista, em referência às gestões do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Fome HC
No governo de Fernando Henrique Cardoso, a fome somada às suas próprias consequências, matava em média 290 pessoas por dia no Brasil. Tem gente que tem saudades disso. Duvidam? Pensem no americano que pagou 50 mil euros, duzentos mil reais para ter um prazer de assassinar um leão. E aí vocês verão a que ponto pode chegar a maldade humana. Lá como aqui.

Cadê a crise?
O jornal Valor Econômico traz uma matéria que poderia ser lida com atenção redobrada se não fosse o bombardeio golpista na mídia. Diz: “Os desafios de um cenário macroeconômico recessivo e de política nacional turbulenta, que geralmente levam os empresários a pôr o pé no freio da produção e dos investimentos, estão sendo superados por diversas companhias, de diferentes setores. Essas empresas registram crescimento de dois dígitos na receita líquida, mesmo diante das adversidades.

Terrorismo imperialista
Claro que as bombas de Hiroshima e Nagasaki foram atentados terroristas e não apenas atos de guerra. Atentados perpetrados contra a dignidade humana e em nome do domínio norte-americano do sistema capitalista no planeta. O Japão já estava preparando a rendição oficial, porque do ponto de vista bélico já estava vencido.  As bombas era tecnicamente desnecessárias. Foi um claro aviso aos então aliados soviéticos, pois os EUA sabiam que depois da Alemanha destruída, a ameaça seria o poderio das armas soviéticas de fora pra dentro dos países europeus e das ideias socialistas de dentro pra fora.  As bombas foram só para mostrar os músculos, temendo Stalin ordenar que o Exército Vermelho seguisse até à Península Ibérica e dominasse toda a Europa, que estava em frangalhos e tinha milhões de simpatizantes do socialismo em todos os países.

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Pobres imbecilizados, pois há tempos ultrapassaram os limites da alienação, precisam de uma explicação sobre sua verdadeira condição social. Como não entendem explicações, o argumento vai desenhado.