sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Em SP, manifestação reúne 15 mil pessoas em defesa das reformas

Cerca de 15 mil pessoas se reuniram na tarde de anteontem, 13, na Avenida Paulista, para exigir a realização da reforma política no País. A mobilização foi organizada por movimentos sociais e sindicais, como o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), a CUT, o MST e a UNE, dentre outros. Para o dirigente da CTB (Confederação dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), José Bitelli, a manifestação foi uma “intervenção do povo” em reação à parcela da sociedade que se manifestou em favor de uma intervenção militar. Ele ressaltou a importância de os setores progressistas tomarem as ruas, para garantir os direitos já conquistados e seguir com novas vitórias populares. No percurso, passaram por uma das regiões mais ricas da capital, no bairro Jardins, onde o candidato Aécio Neves, do PSDB, obteve cerca de 80% dos votos. Ao som de “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga, os participantes do ato dançaram forró em homenagem aos nordestinos que se tornaram vítimas de preconceitos após a reeleição da presidenta Dilma Rousseff. O presidente municipal do PCdoB da capital paulista, Jamil Murad, afirmou que para garantir mais mudanças e fortalecer o governo da presidenta Dilma, os movimentos sociais devem estar nas ruas. É um fator novo na vida política nacional para impulsionar as reformas estruturais democráticas”, afirmou o parlamentar. “Os trabalhadores, os estudantes, as mulheres, os partidos políticos de esquerda, os movimentos sociais, e os patriotas que lutam por um país melhor, estão na rua pela democracia”, completou Jamil. Sem registro de atos de violência ou de depredação por parte da Polícia Militar, os manifestantes se colocaram contra o preconceito, a polarização do Brasil e as medidas reacionárias que os setores conservadores querem impor.

Mais uma
Aconteceu com Humberto Costa, condenado em 2006, enquanto candidato, tendo sido derrotado para o Governo de Pernambuco e absolvido por 14 x 0 depois da eleição. Aconteceu com Erenice Guerra, condenada pela mídia em 2010, o que forçou o segundo turno de Dilma contra Serra. Agora é Fernando Pimentel, execrado como receptador de propina quando coordenadora da campanha de Dilma, o que perdurou até terminar a eleição deste ano, quando se sagrou governador de Minas Gerais em primeiro turno, agora é absolvido das acusações. A revista IstoÉ está sendo condenada a pagar indenização de R$ 150 mil a Pimentel. É uma não é farsa sem limites o festival de denuncismo da mídia contra o PT? Erros existem, mas é muito exacerbada a militância de má-fé por parte da mídia e da posição com a conivência de setores da Justiça, do Ministério Público, de uma ala de delegados da Polícia Federal.

Oiticica
A barragem de Oiticica, no RN, é uma obra que estava paralisada havia 60 anos. Quando Henrique Eduardo se elegeu deputado pela primeira vez, ela estava paralisada fazia 16 anos, período em que o pai dele foi governador e deputado federal e elegeu outro governador, o monsenhor Walfredo Gurgel. . Em 43 anos de mandatos federais, Henrique nunca deu um passo por ela. Dilma resolveu reativar a obra, logo ele correu a dizer ao mundo que tinha sido por exigência sua. Agora, Henrique derrotado governador, mas ainda deputado federal e presidente da Câmara Federal, ou seja, uma espécie de 2.º vice-presidente da República, não compareceu a uma audiência importantíssima com a presidenta Dilma Rousseff em que foram garantidos os últimos R$ 60 milhões necessários. Lá estavam a deputado federal e senadora eleita, Fátima Bezerra, o deputado federal Betinho Rosado e a governadora Rosalba Ciarlini.

Sambarilove
Mais uma prova do “sambarilove” de Henrique Eduardo que se apresentava como pai de tudo. No duro, no duro, o deputado candidato ficou mais de um ano “rolando o lero”. Por isso afirmamos mais de uma vez neste canto de página: não conhecemos um problema do RN que Henrique não tenha prometido resolver... Da mesma forma que não conhecemos nenhum problema que ele tenha resolvido... 

E por falar em água...
Cantareira foi feito nos anos 60. São Paulo cresceu, praticamente dobrou de população e em 20 anos de governo/PSDB nada foi feito para melhorar a oferta de água, daí a falta.