terça-feira, 5 de maio de 2015

Intelectual brasileiro tem mentalidade de Terceiro Mundo

O PIB brasileiro é o sétimo do mundo, à frente da Itália e da Inglaterra. O Brasil está em quinto em produção industrial. Está em terceiro lugar em acesso à Internet, atrás dos EUA e da Suécia. Ou seja, o Brasil ocupa posições de Primeiro Mundo, mas os brasileiros ainda se enxergam como Terceiro Mundo, diz Domênico Mais, sociólogo italiano, que concluiu pesquisa sobre visões do Brasil em 2015, em entrevista a Fernanda Mena. Afirma que Dilma sofre "vendeta neoliberal". O Brasil tem uma taxa de desemprego que é um terço da italiana ou metade da norte-americana... No Brasil é assim: se algo vai mal, vai mal; se algo vai bem, no futuro vai piorar. Esse é um pensamento típico dos brasileiros. Confrontadas com a realidade, essas ideias não param de pé. Domênico terminou uma pesquisa com 11 intelectuais brasileiros sobre como estará o Brasil em 2025. Grande parte desses intelectuais é pessimista. Quando esses mesmos intelectuais foram confrontados com dados reais, eles se mostram mais otimistas do que quando discutiram entre si. Os brasileiros têm complexo de vira-lata.

Ignorância
Gilmar da Rosa postou no Twitter: “É comum ver trabalhadores, classe média com ganhos de 5, 10, 15 mil pilas se "achando ricos" e "perseguidos". Quem lhes persegue é a ignorância...”

PMDB fora
A executiva estadual do PMDB aprovou no início da noite desta segunda-feira (4), em Curitiba (PR), resolução que proíbe filiados, deputados e delegados partidários de ocupar cargos no governo Beto Richa (PSDB).

Deu umas dentro
Com a decisão, o deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB) terá 30 dias para deixar o posto de líder do governo tucano na Assembleia Legislativa do Paraná. Segundo o senador Roberto Requião (PMDB), a decisão desta noite hierarquiza a disciplina partidária. “Não é possível o partido participar de um governo que massacra professores e mergulhado na corrupção”.

Mais um P
Costumava-se dizer que prisão no Brasil tinha ficado para três “pês”: pobre, preto e puta... Depois de Joaquim Barbosa e Sérgio Moro, passou-se a dizer que já eram quatro, o número “pês”: pobre, preto, puta e petista. Agora, com Beto Ritler e Fascistini, no Paraná, já são cinco “pês”: pobre, preto, puta, petista e professor.