segunda-feira, 4 de maio de 2015

Mais de seis milhões de famílias já saíram do Programa Bolsa-Família

Ao contrário do que dizem as más línguas, com especialidade a mídia cretina e a oposição leviana, a porta de saída do Bolsa Família é grande e funciona. Mais de seis milhões de famílias, ou seja, cerca de 30 milhões de brasileiros já evoluíram a ponto de pedirem para sair voluntariamente ou serem desligadas, desde que o programa começou no início do Governo Lula. Ou seja, cerca de meio milhão de famílias, coisa de 2,5 milhões de brasileiros ascenderam socialmente deixando a miséria absoluta, o que proporcionou ao Brasil um dos sucessos mais importantes da sua história recente, que foi a saída triunfal do Mapa Mundial da Fome. Desde que o Bolsa Família foi criado há 11 anos, 3.155.201 famílias saíram voluntariamente do programa e outras 3.029.165 famílias tiveram o benefício cancelado desde 2003, a partir do monitoramento realizado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, que detectou estarem fora do perfil de acesso. São 43% dos 14 milhões de famílias beneficiárias. Quando as famílias atendidas têm aumento de renda, ficando acima do limite de R$ 154 mensais por pessoa, elas ainda podem continuar no programa por dois anos, de acordo com as regras de permanência. A prorrogação do pagamento vale para aqueles que comunicarem voluntariamente o aumento de renda, desde que ela não ultrapasse o valor de meio salário mínimo por pessoa da família.

Caem mais mitos
Resultado das urnas desmonta a teoria de que o programa social teria determinado a vitória de Dilma sobre o adversário Aécio Neves. A análise dos resultados das urnas nas eleições presidenciais do último dia 26 mostra que Dilma venceu o segundo turno não apenas em regiões beneficiadas por políticas sociais.

Sem Bolsa Família
Em geral, os votos aumentaram, do primeiro para o segundo turno, em municípios onde o programa atende menos de 25% da população. Essas localidades representam 7,3 milhões dos 11,2 milhões de votos a mais que a presidenta teve na etapa final da disputa. A petista subiu ainda entre os eleitores das mil cidades onde menos de 13% dos moradores recebem o Bolsa Família.

Nada de voto comprado com bolsa
Nos dois turnos, a presidenta cresceu mais de 10,1 pontos percentuais, o que corresponde a 4,8 milhões de votos, quase metade de toda a votação na etapa final. Outro motivo para a reeleição de Dilma está no resultado de 3.773 cidades com menos da metade da população beneficiária do Bolsa Família, onde recebeu 10,2 milhões de votos a mais no segundo turno. A avaliação mostra que o programa social, sozinho, não explica a vitória de Dilma sobre Aécio. Os números apontam que ela só foi reeleita porque, na reta final, conseguiu crescer em cidades onde há pouca gente inscrita no programa. O Estado de São Paulo, onde Aécio obteve vitória mais larga, é o segundo em número de beneficiários do Bolsa-Família.

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Encontrei ontem João Marciliano, conhecido como Joãozinho Difusora. Estava por demais contente com a última conversa que havia entabulado com o prefeito Silveira Júnior. Está certo que num prazo muito curto será convocado como agente de endemias, fazendo jus ao concurso em que foi aprovado. Ademais, Mossoró está precisando como nunca, de agentes de endemias.