quarta-feira, 3 de junho de 2015

E haja contradição...

Protestos tomaram conta do Brasil, entre março e abril passados. Pediam democracia nos dias próximos do 31 de março, data de aniversário oficial da golpe militar de 1964 que implantou uma ditadura sangrenta no Brasil, com a duração de 21 anos. E, de quebra, pediam o fim da corrupção, fazendo de conta que não sabiam que na ditadura foi quando mais se roubou, porque não se podia investigar, nem punir quem estava no poder, sequer se podia denunciar, em nome da boa imagem do regime que representou a corrupção até mesmo da História. E iam quase todos os “contestadores” da corrupção envergando a camisa auriverde da “canarinha”, a seleção brasileira, que perdeu a Copa de Mundo de maneira vergonhosa, mesmo que o governo brasileiro tenha sido altamente elogiado pela competência com que realizou o evento, a ponto de comentaristas esportivos europeus dizerem, um, que o padrão das copas deveria ser o Brasil e outro, que todas as copas deveriam continuar sendo realizadas aqui mesmo. Veio à tona, agora com os escândalos Padrão Fifa que a Copa brasileira pode ter sido vendida para a Alemanha, assim como poderia ter acontecido o mesmo na Copa da França. Depois de tudo o que se viu... Duvidar, quem há de? Contraditoriamente, a turma que exibia camisas da seleção eram os mesmos debiloides que tinham feito um amplo movimento contra a realização do campeonato mundial no Brasil o #nãovaitercopa. E saíram, indecisos cordões, cantando o Nino Nacional fora do tom, depois de terem vaiado o Hino do Chile, País irmão e amigo. E agora escondem as camisas da CBF, os mesmos que ainda exigiam que no Brasil tudo tinha que ser Padrão Fifa, com uma euforia de quem se diz “morrer pela pátria”, mas vive sem razão. E agora se deparam com uma corrupção “Padrão Brasil”, na Fifa. E põem os rabichos de vira-latas entre as pernas trêmulas, querendo argumentar o óbvio, ou seja, que o FBI arregaçou a roubalheira da Fifa para inibir a expulsão de Israel, país racista e nazistoide contra os palestinos. Mas, esse discurso não é deles. Pelo contrário, é de quem sempre defendeu os palestinos e não de quem chama os judeus de “povo eleito” e os Estados de exemplo de democracia. Mais claro ainda ficou que o futebol brasileiro tem por trás de si uma máfia com ramificações no mundo todo desde que dois brasileiros dirigiam a Fifa. E que esta máfia, mesmo tendo Lula e Dilma que trouxeram a Copa engajou-se de corpo e alma na campanha de Aécio. Mas... A exemplo do Tremsalão de 20 bilhões nos trens paulistas, da Lista de Furnas que escancara os tucanos de alta plumagem, do Mensalão Tucano, do Suiçalão, trata-se de mais um escândalo sem espaço na mídia, porque não tem ninguém do PT envolvido.

Sem sorte no amor
Né machismo, não, gente. Mas esse príncipe Charles é um tremendo de um incompetente com as mulheres, levou galha da Lady Diana que quase não encontra o caminho de volta ao Palácio de Buckingan. Casou com Camila Parker-Bowles, uma mulher horrorosa de feia que deixou o marido para ficar com ele dando a impressão de que ali se encontrava um dos mais casos de amor da vida real. Uma espécie de Romeu e Julieta de carne e osso.

Queria o quê?
Agora o mundo descobre que até a feiosa Camila meteu um par de chifres no príncipe. Aos 67 anos de idade Camila foi flagrada por uma câmara de segurança aos beijos com um ator de nome ao revelado. É o destino do príncipe. Mas o que fazer se Camila era “Duques da Cornualha”. Queria o quê?

Cajucultura em crise
O IBGE informa que o ciclo da seca que vivemos desde 2011 afetou fortemente a cajucultura do Rio Grande do Norte. Mais de 31 mil hectares de cajueiros pereceram diante da falta d’água e do ataque de pragas que se dão com umidade relativa do ar mais elevada, como a mosca branca.

FotoLegenda
Projeto que se arrasta desde o governo Lula, finalmente se materializa e, por fim, é inaugurada a primeira Casa da Mulher Brasileira. Ela reunirá em um único espaço vários atendimentos para mulheres vítimas de violência, tais como delegacia, juizado, defensoria pública e apoio psicossocial. Em 18 Estados já foram assinados termos de adesões, enquanto os demais ainda definem o local de construção do complexo.