quinta-feira, 18 de junho de 2015

Oposição movida a ódio tira senadora do PSDB

Está na Internet:  Em seu discurso de despedida, Lúcia Vânia criticou o acirramento da polarização entre governistas e a oposição. “Saio em busca de um novo espaço que me traga motivação, uma nova compreensão deste momento ímpar que vivenciamos no país. Não acredito em uma oposição movida a ódio. Na minha visão, esse confronto que se estabeleceu no Congresso Nacional entre situação e oposição para dar resposta a uma sociedade órfã de lideranças é simplesmente irracional. O nosso papel, mais do que nunca, precisa ser de equilíbrio e sensatez sem, contudo, deixar de condenar os desvios, a má gestão, o descompromisso com o dinheiro público. Mas isso deve ser feito com a preocupação de oferecer alternativas e reavivar esperanças. Saio em busca dessa utopia”, disse a senadora. O conflito entre a senadora e o PSDB ganhou destaque logo após a reeleição de Renan Calheiros (PMDB-AL) como presidente do Senado, em fevereiro. Em discurso feito no plenário no dia 4 de fevereiro, Lúcia Vânia disse ter sido exposta pela liderança do partido, que barrou sua indicação para a Primeira-Secretaria da Mesa, sugerindo que ela havia votado em Renan, e não em Luiz Henrique (PMDB-SC), candidato apoiado pelos tucanos. Nesta tarde, a senadora traçou um rápido histórico de sua trajetória política, lembrando que assumiu a Secretaria Nacional de Assistência Social a convite do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Na secretaria, a senadora implantou a Lei Orgânica da Assistência Social, a Loas, e criou o benefício continuado para idosos e pessoas com deficiência. A senadora disse, ainda, que apoiou todas as últimas candidaturas presidenciais pelo PSDB: José Serra, Geraldo Alckmin e Aécio Neves. Resumo da ópera: nem os tucanos aguentam mais o PSDB depois que Aécio assumiu a presidência.

“Bolsonazi” inoperante
A exemplo dos senadores José Agripino e Aécio Neves, Bolsonaro é parlamentar há 25 anos. Tão inoperante quanto seus dois colegas de bravatas e atentados ao pudor, nunca tinha conseguido aprovar um projeto de lei. Finalmente, a montanha pariu um rato.

“Bolsonazi” bolivariano
Depois de muita luta, ele conseguiu aprovar um projeto que estabelece que o voto nas urnas eletrônicas seja seguido de recibo para o eleitor, o que permitiria, com facilidade, uma recontagem de votos em caso de dúvidas ou de suspeita de fraude. O projeto é bom, mas é estranho que tenha partido de Bolsonaro. Lula defendeu este projeto há poucos anos e ele já existe na Venezuela há algum tempo. Foi criado por Hugo Chavez, líder altamente odiado por Bolsonaro. Seria o nazista tupiniquim, um bolivariano disfarçado, ou é simplesmente um “sem noção”?

FotoLegenda
A diferença entre "fonte segura" e "recebi sem conferir sua fonte e veracidade" dá a medida certa da canalhice de um Coxinha. É sempre assim. Da mesma forma foi com o filho de Xico Graziano quando o filho de Lula o processou por estar difundindo a mentira que o rapaz é dono do Friboi. A mesma conversinha de “cabra de peia”: “Apenas peguei a mensagem e divulguei sem checar a fonte...”